Como dizia o mestre João Filgueiras Lima, o Lelé: “O
arquiteto deve ser um profissional generalista.” Na obra precisa entender um
pouco de tudo e pensar em todos, desde aquele que irá frequentar a edificação até
aquele que apenas olhará da rua.
É fundamental um conhecimento um tanto filosófico por parte
do arquiteto, envolvendo o usuário e o porquê da arquitetura. Afinal, o projeto arquitetônico tem
a sua razão baseada na relação da vida cotidiana do homem e da sociedade. Para um bom
projeto ser criado, deve inicialmente, ter uma boa interpretação; não apenas do local onde será implantado, mas da atividade
que será exercida nesse determinado espaço.
Fazer arquitetura é construir a cidade; um projeto só faz
sentido quando ele funciona no ponto de vista de todos. O arquiteto urbanista precisa ser um profissional de criatividade conceituada, mesmo que muitas vezes seja pouco compreendido;
mas que pode muito além de simplesmente fazer um projeto, ver possibilidades e
soluções relevantes.
Pensar: Onde entra a luz, por onde passa o vento, até onde chega a sombra, o olhar de quem passa e o caminhar do usuário, parece para muitos
insignificante; para o arquiteto que pensa assim é o início de um ótimo
trabalho.
Em um vídeo produzido pelo CAU (Conselho de Arquitetos e Urbanistas) fiz uma edição de alguns comentários de profissionais exemplares, explicando como definir um bom projeto de arquitetura.






